Vira e mexe, as pessoas me perguntam como é
que eu consigo fazer tanto projetos. Como que eu consigo a partir das ideias implementar elas
e criar os resultados? E é por isso que hoje eu vou compartilhar com vocês um pouco respeito do
design thinking. Eu vou te apresentar uma síntese de slides que eu costumo ministrarem workshops a
respeito desse tema. O design thinking é um modelo de pensamento que serve para transformar os nossos
problemas em oportunidades. Esses slides foram baseados no livro do Tim Brown, Design Thinking,
uma metodologia poderosa para decretar o fim das velhas ideias.
Eu vou disponibilizar na descrição
desse vídeo um link para o acesso desses slides. Para que alguma coisa seja considerado
um projeto, ela precisa ter um início, um meio e um fim. Um problema muito comum que
acontece nas equipes de projetos, é quando uma pessoa já quer definir logo uma ideia, enquanto
outras pessoas ainda querem continuar a discussão e isso acaba fazendo com que muitas pessoas
acabem entrando em conflito por causa disso. Por isso que a gente precisa dividir o processo
em duas partes: primeiro a gente cria as opções e depois a gente faz escolhas. Criar opções está
associada a um processo divergente, quer dizer, não importa que a gente encontre algum consenso,
importa que a gente consiga ouvir as ideias de todos. É nessa etapa que a gente faz as pesquisas,
as entrevistas e também os brainstormings, que é um assunto que a gente vai tratar logo mais.
Depois que tudo já foi discutido e as pessoas já foram ouvidas, a gente entra no processo de fazer
escolhas, que é convergente.
Nesse momento a gente não pode mais ficar discutindo novas ideias, a
gente tem que se concentrar em fechar o problema, em fazer escolhas. Nessa etapa, a gente pode
precisar votar para ganhar velocidade na decisão ou mesmo construir mapas conceituais na
lousa, que funciona como um cérebro coletivo da equipe. A gente pode dividir o projeto em quatro
etapas: a primeira parte está associada aquela que a gente precisa exercitar nossa empatia.
É onde a gente se inspira, imerge na realidade das pessoas e esse é um grande diferencial do
design thinking, porque ele não parte de uma necessidade de negócio simplesmente, ele surge
a partir das pessoas, da vida das pessoas, da necessidade das pessoas.
No caso de uma empresa,
talvez o diretor venha te entregar um briefing, que é um ponto de partida. Caso a gente esteja
fazendo um projeto maker, a gente pode iniciar ele a partir de um brainstorming, que é um
momento em que as pessoas podem falar sem medo, em que ninguém vai recriminar elas por dar ideias,
mesmo que ela sejam malucas. Na segunda etapa, que é uma fase de convergência, a gente tem
a idealização. É aí que a gente vai realmente gerar a ideia, criar ideia e então definir qual
vai ser o nosso produto.

Na terceira etapa, a gente tem o desenvolvimento, que nada mais
é do que a prototipagem, então a gente cria modelos que a gente pode testar, testar com os
nossos stakeholders, que são todas as partes envolvidas. Pode ser desde um integrante da equipe
até uma pessoa que vai fazer o uso do produto ou mesmo a pessoa que está investindo nesse
projeto. E a gente vai coletando um feedback, que são as opiniões de todas as pessoas envolvidas
sobre o que é que precisa melhorar ou sobre o que é desnecessário ou se isso está adequado dentro
da proposta do produto. Na última etapa, a gente tem a implementação, que é o momento da entrega
do produto, do lançamento do produto.
É aqui que os designers diferenciam uma criação de uma
invenção e uma inovação. Se você teve uma ideia, então gente pode dizer que você teve uma criação.
Se você já conseguiu fazer o lançamento da sua criação, então você tem uma invenção, mas ela
só vai poder ser considerada como uma inovação depois que ela tiver passado pelo processo de
adesão, quer dizer, quando as pessoas começarem a utilizar o seu produto. E é por isso que a
gente pode dizer que inovação é uma ideia bem executada. Essa figura mostra os 4 processos, que
ele dividiu como sendo: de descoberta, definição, desenvolvimento e entrega. Perceba também
que existem dois ciclos de análise e síntese, além disso, é importante que a gente venha
reconhecer e aceitar os limites do nosso projeto. O primeiro deles está associado ao limite
de tempo, quer dizer, é possível, é praticável que isso seja feito num futuro próximo? O outro
ponto é a viabilidade e sustentabilidade.
Será que a gente considerou se tem dinheiro para fazer
isso mesmo? Será que existem limites tecnológicos? Será que é possível fazer com que isso seja feito
sem prejudicar a natureza? E o último ponto é a desejabilidade. Não é suficiente que o meu produto
faça sentido para mim. Eu devo me perguntar: será que isso faz sentido para as pessoas também?
Esse gráfico é legal porque ele mostra o processo cíclico do design thiking, começando pela
empatia, depois pela definição e ideação. E a gente entra então na prototipagem, teste,
interação e aí fechando de novo na empatia. Quer dizer que a partir desse gráfico, nosso
produto pode entrar em um processo de melhoria contínua. E aí vamos começar? Qual que é o seu
desafio? O ponto de partida do nosso projeto começa com essas palavras: como podemos? Por
exemplo: como podemos fazer um projeto maker de uma máscara que seja simples e barata, que
pode ser em épocas de pandemia? Na bibliografia, compartilho com vocês um livro do Tim Brown
e também um livro de design thinking para educadores, junto com o caderno de atividades,
para ser aplicado em projetos com crianças e jovens.
Também eu vou compartilhar três sites de
pesquisa e disponibilizar esses slides para que você possa fazer cópia. Se você curtiu esse
vídeo, não esqueça de fazer sua inscrição no canal e ative o sininho para receber as
notificações dos próximos vídeos. Falou!.


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