– Toda criança tem o direito de se formar com a mentalidade “Eu Posso”. Você conhece uma criança em qualquer lugar do mundo, ela passa de engatinhar, fica em pé,
corre, pensa e ri, e justamente quando está dizendo ao mundo:
"Olhe para mim, eu posso!" Nós os mandamos para a escola. (risos) E você diz: "Ah, você pode correr? "Desculpe, você tem que ficar de fora. “Você consegue pensar e falar? “ Tsk, tsk, tsk, isso está
errado; você tem que ouvir." Foi isso que descobri em
primeira mão com meu filho, então o tirei da escola. Eu disse: "Posso fazer um trabalho melhor." (alunos falando) Então, quando o tirei da escola,
não Não acho que foi com uma grande história de mudança
do mundo ou, você sabe, de mudança na educação e tudo mais.
Era apenas meu filho. E naquela época eu
dirigia uma empresa de design. O fato de não ter vindo da educação Não me incomodei com o tamanho do que me propus fazer. Então foi isso que realmente me
permitiu ser audacioso. (alunos e professor conversando) (alunos rindo) – Bom dia, obrigado. – Bom dia. – Como um designer, fui muito
inspirado pelo design thinking.

(rindo) Então, começar questionando o status quo é o que o design thinking nos diz para fazer. Começa com empatia;
começa com o usuário. Para quem é? O que significa sucesso tipo? Ok, e então o que devo
fazer para garantir que conseguirei isso? Então, durante muito tempo, a educação fez dos pais o principal interessado. Os pais querem exame. Pai quer lição de casa. Pai quer isso. As crianças tornaram-se secundárias no programa. Quando você coloca a criança
de volta na frente e no centro, ela moldará a história. – Bom Dia a todos. É hora dos gritos. – Nossos filhos se tornaram
um desperdício de designer. Eles desenharam o uniforme. Eles se tornaram clientes do arquiteto. Foi uma colaboração genuína. Foi apenas aquela crença
de que o espaço é seu. (falando e rindo) Estamos elaborando o currículo final. Queremos que você se forme
com a ideia de “Eu Posso”. – Sabemos que somos
responsáveis pela nossa própria aprendizagem, então é isso (resmunga) – Hoje oferecemos um
currículo baseado na estrutura do design thinking.
Se você observar cada processo de design, eles terão que idealizar, explorar,
definir, prototipar, produto. Mas nós simplificamos. Chamamos isso de FIDS: Sinta, Imagine, Faça, Compartilhe. – Ok, Aleah vai fazer o uniforme que pode ser usado? – Ambos os lados.
– Ambos os lados. – Para entender o que eles
podem estar passando, o que podemos fazer? – Três, dois, um, vá! Continuem, pessoal! Continue, continue, continue! (torcendo e rindo) – Então, por 15 anos, se usarem a mesma estrutura de design thinking, eles se formarão com uma mentalidade de "Eu Posso". Essa crença de que posso fazer isso. Portanto, penso que a ideia de
questionar o status quo é o que precisamos de fazer na educação. Não percebemos que
a escolha pode ser nós. Que somos quem estávamos esperando. Essa é a mentalidade que devemos aos nossos filhos, para que brilhem e prosperem. É isso que quero dar a todas as crianças. (crianças rindo).


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