Como funciona a fase de descoberta e empatia no Design Thinking?

Olá, pessoal! Meu nome é Leonardo Ferreira e sejam bem vindos a mais um vídeo da nossa série sobre Design Thinking. Se você gosta desse tipo de conteúdo, lembra de curtir o vídeo, se inscrever no canal e ativar as notificações, assim, você não perde nenhum vídeo nosso! Nos vídeos anteriores, aprendemos sobre o que é DT e como funciona o processo. Nesse vídeo vamos entender como aplicar a etapa de descoberta ou empatia na resolução de um problema. Uma forma simples de entender essa fase é: saia da sua zona de conforto e explore a realidade das pessoas que convivem com
problemas que deseja resolver. Observe o que as pessoas realmente precisam e fazem. Claro que nesse cenário que estamos vivendo você pode tentar buscar outras alternativas de fazer isso, usando os meios digitais, por exemplo. Mas tente não perder a essência desse pensamento de explorador. A primeira fase de empatia o descoberta exige uma imersão profunda sobre os hábitos e universo do outro. É preciso exercitar a nossa empatia nos colocamos no lugar das pessoas sem realizar julgamentos e evitando ao máximo emplacar nossos valores pessoais.

Para que fique claro que a solução final apresentada não necessariamente precisa digital, vamos explorar um dos problemas que citamos no último vídeo: Como poderíamos melhorar a conexão e relacionamento dos idosos com os netos? Já se perguntou isso? Agora considere explorar um pouco mais a tudo por que esse problema acontece. Ao fazer essa dinâmica, descobrimos algumas coisas: 1- Alguns jovens tem problemas para dar atenção e se relacionarem com os avós, 2- O maior distanciamento parece acontecer por conta de conflitos de geração e consequente divergência de pensamentos. 3- Ambos estão dispostos a buscar formas de se relacionarem melhor, já até buscaram esses mecanismos mas não sabem muito bem or onde começar. 4- Alguns idosos até gostariam de se conectar mais digitalmente com os netos, mas enfrentam uma certa aversão tecnológica. Agora tente imaginar o porquê essas coisas estão acontecendo: Qual seria a necessidade não atendida? Existem fatores não explícitos
nessas relações? Como eles fazem, dizem e se comportam sobre isso? Use ferramentas como o Mapa de Empatia para tentar visualizar tudo isso de forma mais detalhada.

O importante é que a fase de descoberta envolve observar o comportamento natural das pessoas, ajudando a descobrir as necessidades não atendidas. Por isso você precisa entender que nem sempre o que as pessoas falam, é o que elas fazem. Portanto, você precisa aprender a ouvir e a observar e não simplesmente perguntar o que elas precisam. Explore o contexto do problema e entenda que ele é diferente do seu ou do que você imagina. Aqui existem "N" ferramentas mas o importante é que é sim peixe explorar o universo do outro. Existem algumas dicas importantes também sobre como você pode observar: 1- Procure fatos indiquem hábitos,
2- Observe gostar linguagens corporais, 3- Entenda padrões: vejam se os problemas se repetem com diferentes pessoas, 4- Procure adaptações se perguntando: o público do seu problema já criou atalhos para tentar resolver as suas
necessidades? Existem rotinas que as pessoas fazem para reduzir esses esforço? Há várias ferramentas e métodos de pesquisa que podem ser usados nessa etapa.

Ao final desse processo de descoberta, é importante que você tenha coletado o máximo de informações sobre suas observações e as dores se propôs a resolver, gerando pelo menos mapa do entendimento sobre: Quais fatos você observou?
O que você descobriu sobre esse problema? Como as pessoas estão resolvendo ele hoje?
Por que o problema acontece? De novo: faça uma imersão no universo do problema e no contexto das pessoas. Duas dicas muito essenciais:
1- seja muito curioso. 2- você pode descobrir problemas que muitas vezes são mais caóticos e que estavam ocultos em um primeiro momento E na próxima etapa você usar as necessidades que observou para gerar novas ideias relacionadas ao
seu problema. Por hoje é só, pessoal. Espero que vocês tenham gostado desse conteúdo. Não se esqueça de curtir esse vídeo, se inscrever no canal, habilitar as nossas notificações, para não perder nenhum conteúdo dessa série, e compartilhar esse vídeo com seus amigos.

Um grande abraço e até o nosso próximo
vídeo. Valeu!.

Texto inspirado em publicação no YouTube.

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